sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Lei de Murphy

Existem controvérsias sobre a origem da Lei de Murphy. Há uma versão que diz que Edward A. Murphy, Jr. foi um dos engenheiros envolvidos nos experimentos de veículos com foguetes propulsores correndo em trilho único que foram realizados pela Força Aérea dos Estados Unidos em 1949 para testar a tolerância humana à aceleração (USAF project MX981). Um dos experimentos envolvia um conjunto de 16 medidores de aceleração colocados em diferentes partes do corpo humano. Existia duas maneiras de colocar os sensores, e um técnico instalou todos os 16 da maneira errada. Foi neste momento que Murphy fez o seu verdadeiro pronunciamento, que foi citado pelo Major John Paul Stapp, numa conferência à imprensa. Abaixo publicada numa carta escrita por George E. Nichols, testemunha do histórico pronunciamento, ao autor do livro A Lei de Murphy e outros motivos por que tudo dá errado, dando a sua versão:

"O inspirador da lei foi o capitão engenheiro do Wright Field Aircraft Lab., Edward A. Murphy. Indignado com o mau funcionamento de uma correia de polia, devido a um erro primário de ajuste, ele rosnou: "Se houver uma maneira de fazer a coisa errada ele faz!" referindo-se ao técnico do laboratório. Imediatamente passei a chamar de Lei de Murphy à frase dita pelo capitão e, como sói acontecer, o nome pegou. Para aquela frase e todos os corolários.

Algum tempo depois do batismo o coronel Stapp declarou, numa coletiva de imprensa, que os esplêndidos resultados obtidos por nós, durante anos seguidos, em quedas, choques simulados, eram devido fundamentalmente à crença de todos na Lei de Murphy, isto é, no nosso esforço constante para negar a sua inevitabilidade."

ALGUMAS LEIS:

  • Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.
  • Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone.
  • A informação mais necessária é sempre a menos disponível.
  • O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude, o realista ajusta as velas e quem conhece Murphy não faz nada.
  • A probabilidade do pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.
  • O gato sempre cai em pé.
  • Não adianta amarrar o pão com manteiga nas costas do gato e o jogar no carpete. Provavelmente o gato comerá o pão antes de cair em pé.
  • A fila do lado sempre anda mais rápido.
  • Se você está se sentindo bem, não se preocupe. Isso passa.
  • Se a experiência funcionou na primeira tentativa, tem algo errado.
  • Mais vale um pássaro na mão do que um voando sobre a nossa cabeça.
  • Por mais tomadas que se tenham em casa, os móveis estão sempre na frente.
  • Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda, e o que não sai.
  • Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada.
  • Você sempre acha algo no último lugar que você procura.
  • Toda partícula que voa sempre encontra um olho.
  • Os primeiros 90% de uma tarefa demora 90% de tempo a executar. Os restantes 10% demora outros 90%.
  • Uma gravata limpa atrai sempre a sopa do dia.
  • Conclusão é o ponto onde você ficou cansado de pensar.
  • Se está escrito Tamanho único, é porque não serve em ninguém.
  • Se algo é confidencial, será esquecido na máquina de xerox.
  • Se o conserto ficou perfeito, e porque você usou a ferramenta errada.
  • Todo arame cortado no tamanho indicado será curto demais.
  • As peças que sempre exigem manutenção estarão colocadas nos lugares mais inacessíveis.
  • Qualquer equipamento coberto por uma garantia, deixará de funcionar logo após a garantia expirar.
  • Você sempre encontrará o defeito no último lugar em que procurar.
  • Não e possível sanar um defeito antes das 17 e 30h da sexta-feira.
  • O defeito será facilmente sanado as 9 e 01h da segunda-feira.
  • A informação mais necessária, é sempre a menos disponível.

Derivações da Lei de Murphy:


- Se o sapato serve, é feio!.

Tratado sobre o Tempo:
- Nunca há horas suficientes em um dia, mas sempre há muitos dias antes do sábado..

Postulado
- Para cada ação, há sempre um igual e oposto criticismo.

Princípio da Memória de Hurewitz

- As chances de esquecer algo é sempre diretamente proporcional ao ... ao ... uhn? ...

Lei dos Cargos

- Todo cargo tende a ser ocupado por um funcionário não qualificado para desempenhar suas funções.

Lei do Óbvio Ululante

- Se uma corda tem uma ponta, procure que tem outra.

Lei das Filas

- A outra fila sempre anda mais rápido.
- Mudar de fila faz com que imediatamente a fila de onde você saiu comece a andar mais depressa do que a sua.
- Voltar à fila antiga desorganiza as duas filas e deixa todo mundo puto da vida.

Lei dos Aeroportos

- A distância até a porta de embarque é inversamente proporcional ao tempo que resta para pegar o vôo.

Lei do Baiano

- Não há melhor momento do que hoje, pra adiar pra amanhã, o que você não vai fazer nunca.

Princípio do Atrasado

- Se você chega cedo, o espetáculo será cancelado.
- Se você se mata para chegar na hora, terá que esperar.
- Se você chega atrasado, começou a horas.

Leis da Dieta

- Pra não engordar há quem coma somente verduras. Os elefantes só comem verdura.
- Pra não engordar há quem coma somente peixe. As baleias só comem peixe.

Leis do Esporte

- O melhor lance da partida acontece quando você está olhando pro placar ou comprando uma cerveja.
- Tudo sendo igual pros dois adversários, você perde.

Lei do Irremediável

- Se o caso é ganhar ou perder, você perde.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

1h30 no Ibira

Depois de um ano voltei ao Ibirapuera. Normalmente não costumo ir ao parque do Ibirapuera, é longe da minha casa, do meu trabalho, longe da casa da namorada.

Segunda-feira fiz o licenciamento do carro no caixa eletrônico e ao invés de pedir para que o documento fosse entregue em casa pelo correio, preferi retirar no Detran, como faço há alguns anos. Afinal sai mais barato eu pagar quatro e sessenta, ida e volta, do que pedir pra vir pelo correio e não ter ninguém em casa e depois ter que ir lá de qualquer jeito.

Pois bem, hoje fui lá. As 10h estava no prédio símbolo da corrupção e ineficiência do serviço público, pelo menos pra mim. Em menos de quinze minutos peguei o documentinho azul, aliás não sei pra que se faz licenciamento anualmente, e depois atravessei a passarela Ciccilio Matarazzo e fui fazer meu passeio anual. Sim, pois da última vez que estive passeando no Ibirapuera foi em 13 de Novembro do ano passado depois de ter ido pegar o licenciamento no Detran também.

É um parque diferente, não tem o povão que tem no Parque do Carmo, não tem a "crasse elite dominante" que tem no parque Burle Marx. O que tem é uma mistura, e todos continuam convivendo lá como se tudo estivesse bem.Tem atletas, artistas, velhinhas, criancinhas, babá negra levando o nenê branquinho no carrinho de oitocentos reais, tem muitos jovens jogando, correndo, namorando, fumando, andando, lendo, escrevendo, tem senhores pançudos, senhoras pelancudas, gente que corre com o segurança do lado, tem gente com cachorrinho, tem gente com cachorrão. Seria a síntese da cidade que queremos, mas...

Fiquei de bobeira andando, vendo as pessoas, recebendo impressões da natureza, das árvores, do lago, dos pássaros (inclusive vi um galo de campina, um metro e meio pertinho de mim). Dei um momento pra mim, um tempo para eu estar comigo mesmo. Enquanto eu via, também ouvia. Ouvi um senhor e um jovem, que suponho fossem advogados discutindo como proceder numa ação, ouvi senhoras falando que a machonha estava fazendo mal para filha de uma delas, ouvi crianças falando palavrão com a maior naturalidade, ouvi um casal de alemães conversando, mas depois que passaram por mim não era um casal e sim um trio, dois rapazes e uma garota, que também não eram alemães, mas holandeses (suponho porque um deles estava com a camiseta laranja da Nike da seleção de futebol), ouvi duas moças muito bonitas conversando em árabe, ouvi um casal conversando em inglês, ele num inglês britânico, ela num inglês péssimo CCAA/Fisk/Wizard. E também tentei não ouvir nada, encontrar um ponto no parque onde eu só pudesse ouvir as folhas das árvores ao vento, e não encontrei, sempre se acaba ouvindo o som do trânsito do lado externo. No melhor lugar que encontrei, adivinhe o que aconteceu? O trânsito veio por cima. Um helicóptero barulhento.

Muita gente correndo com camiseta da corrida Nike 10K, mulheres com conjunto da Adidas, negros bem altos e bem magros correndo de uniforme Mizuno, adolescentes de Reebok, velhinhos de Umbro, senhoras de Le coq.

Havia um grupo de jovens gravando algo numa quadra de basquete. Havia uma equipe grande de filmagem gravando algo no Museu Afro-Brasileiro. Haviam várias crianças de escola, com as pacientes tias tendo que aturar aquela gritaria.

Continuei caminhando e já pensando em ir embora ia vendo as pessoas de bicicleta curtindo, outros correndo, um casal que se beijava tão voluptuosamente, que se ela abrisse mais a boca, ele morderia as amígdalas dela. Também vi muitos velhinhos, uns com andadores, outros em cadeiras de roda, muitos com bengalas. E no caminho da saída, perto da Bienal eis que surge a situação que me impulsionou firmemente e escrever tudo isso.

Um jovem aproximou-se mim com flores na mão. Pensei que fosse vendedor inicialmente.

- Oi, por favor, você poderia fazer um favor pra mim ?

Olhei pra ele, uns 17, 18 anos, não mais que isso, camiseta Blink182, calça jeans, tênis, barba por fazer, cabelos desgrenhados.

- Depende.

- É o seguinte, você poderia entregar essas flores pra uma moça, ali no prédio da Bienal ?

Ai cacete, é pegadinha! O povo da tv adora fazer matérias no Ibirapuera. Olhei pro prédio da Bienal, estávamos ao lado dele na parte de trás. O pessoal passando, gente correndo, gente com cachorro, gente com criança. Olhei pra ele, normalmente eu não dou atenção a entrevistadores, jornalistas, vendedores, mas como estava com um espiríto mais aberto me propus a encarar isso como algo diferente a se fazer.

- Tá bom.

- É só entregar ali na catraca, pra qualquer pessoa que trabalhe ali, ela é monitora e está trabalhando hoje lá dentro.

É pegadinha, só podia ser. Mas paguei pra ver.

- Quer que diga algo? Seu nome?

- Não, não precisa.

- Tá bom.

- Valeu cara, é só entregar pra alguém ali, que eles entregam pra ela.

- Falou.

Peguei as flores do rapaz e fui em direção a porta que estava aberta, eu vi um segurança e duas moças, pensei que uma delas fosse a moça do buquê. Quando fui chegando perto da porta o guarda foi fechando e quando cheguei a dois metros ele fechou totalmente, é uma porta de vidro, ele me viu ali. Eu fiz sinal pra ele e ele me indicou a lateral do prédio. Disse que era só pra entregar que eu não ia entrar. Ele mostrou a lateral do prédio de novo. Supus que havia uma outra entrada por lá.Dei a volta e nada...fui andando em volta e nada...aquele prédio é comprido...olhei pro buquê, as cores não combinavam, ele colheu aquelas flores ali no parque mesmo, três flores e umas folhas secas e um bilhetinho: Para a bela e doce Tatiana Yano. Andei, andei, já estava com vontade de ir embora e ficando de saco cheio daquelas flores... depois de chegar ao outro lado do prédio a primeira coisa que vi foi a lixeira. Adivinhou, né? A lixeira fica ao lado da vaga de estacionamento da presidência da Bienal. Não tive dó, remorso ou arrependimento. Me lembrei de quantas vezes eu tive vergonha de chegar numa menina pra puxar assunto, ou tentar me aproximar mais de alguma que já conhecia, mas não tinha coragem de me declarar. Hoje foi uma experiência diferente. Se ele tivesse coragem não teria pedido a alguém pra fazer algo que ele deveria ter feito, ele correu o risco.

Tatiana se você ler isso, já sabe...haviam flores para você. Feinhas, mas haviam.

Segui pela saída do autorama, e nas barracas de cachorro-quente, calabreza, pernil já estavam cheias de gente. Atravessei novamente a passarela e o meio-dia voltei pra loja...

Agora é só esperar pra ver em qual programa de pegadinhas vou sair.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Novas placas de rua

Finalmente mudaram as placas de rua de São Paulo e as novas já chegaram na esquina. Dá pra ler de longe agora.

As novas placas que identificam as ruas de São Paulo, têm fundo azul com inscrição em branco e uma faixa inferior colorida, identificando a região da cidade – as cores seguem o padrão usado pela São Paulo Transportes na identificação dos ônibus, sendo oito diferentes, uma para cada região.

Para o centro expandido, área do rodízio de veículos, as placas terão a tarja na cor cinza (foto). Todas têm inscrição em uma nova fonte tipográfica, chamada “ClearView” (em inglês, visão clara ou limpa), e são revestidas por película reflexiva, que auxiliam na visualização.

Foram eliminadas as placas com anúncios – uma adaptação ao projeto Cidade Limpa (Kassab filhodaputa, viado). As placas trazem agora, além do nome inscrito na forma reduzida (apelido da via) com letras grandes, a identificação completa da rua, em letras menores, o CEP , a numeração inicial e final dos imóveis de cada quadra e a distância em quilômetros de cada localidade em relação ao marco zero, na praça da Sé.

As ruas que ficam a menos de um quilômetro do centro não terão numeração e, a cada trecho de um quilômetro, a placa receberá numeração crescente, a partir de 1, como referencial de distância.

Antes era assim:



Agora ficou assim:





Dá pra fazer uma placa personalizada também...


Clique aqui e faça sua placa personalizada.

domingo, 25 de novembro de 2007

Quadrinhos - Laerte - Overman

Um dos quadrinhos muito bons que gosto, porém o Laerte parece que parou sua produção é do Overman. Um super herói meio capenga, sem grana e sem glamour. Divide um quarto de pensão com Ésquilo e sempre faz trapalhadas.

Abaixo há uma seqüência que selecionei, para ver mais, veja o site do Laerte no UOL.









quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Comedores de Painço Verde - O Galo de Campina

Pássaro típico do interior do Nordeste Brasileiro, possui plumagem da cabeça vermelha, curta e ereta, aparentando uma pelúcia, principalmente na nuca do macho. As partes superiores são cinzentas, o dorso anterior é composto de penas negras e brancas. Tanto o macho, quanto a fêmea cantam. Estas aves alimentam-se de sementes e vivem em matas baixas, ralas e ensolaradas, como a caatinga. Sua ocorrência é no nordeste do Brasil, do sul do Maranhão ao interior de Pernambuco e recentemente sul da Bahia, norte de Minas Gerais e São Paulo. É uma espécie que sofre muito devido ao tráfico ilegal de aves silvestres.



Este da foto é um Galo de Campina do Pantanal.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Blue Monday

Diazinho feio hoje... as 7h estava tudo escuro, escurão mesmo... e começou a chover.

Quando fui ao banco, sol, quando saí da agência, caiam cântaros de água.

À tarde, mais chuva.

Pouco movimento, desmotivado, cansado, dor de cabeça, mal estar... amanhã outro feriado pra encher o saco.

sábado, 17 de novembro de 2007

Headache




Dá uma dor de cabeça ficar olhando pra isso...

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Quadrinhos - II

Paquistão

Da Folha (11.Nov, às 14h09)

A secretária de Estado dos Estados Unidos, Condolleezza Rice, elogiou o anuncio do ditador paquistanês, Pervez Musharraf, de realizar as eleições legislativas antes de 9 de janeiro, mas pediu que seja retirado o estado de segurança.

Entrevistada neste domingo pela cadeia de televisão ABC, Rice disse que a decisão de Musharraf e sua promessa de renúncia a seu atual cargo nas Forças Armadas antes de assumir seu segundo mandato era um "elemento positivo".

"Isto foi essencial para devolver o Paquistão às vias democráticas", indicou, solicitando a Musharraf o término do estado de segurança "o mais rápido possível".

Rice declarou que os Estados Unidos ainda estão revisando a ajuda ao Paquistão, "mas ninguém gostaria que o presidente [George W. Bush] fizesse algo comprometendo a operação contra o terrorismo".

"O caminho para o desenvolvimento democrático não é uniforme e tem obstáculos", afirmou, "Mas se a sugestão é que abandonemos o processo que levaria à democracia no Paquistão, isto seria um erro", acrescentou a secretária.



Interessante... Um país aliado dos americanos é governado por um ditador, o sujeito dá um golpe e os americanos dizem que "O caminho para o desenvolvimento democrático não é uniforme e tem obstáculos".

Por que eles não dizem o mesmo na Palestina em que houve uma eleição justa e o Hamas ganhou?


quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Quadrinhos - Sieber




Gosto muito de quadrinhos, sempre vejo sites e blogs, um dos que mais gosto é do Allan Sieber. Ele não é de todo ruim.

Pra acompanhar segue um R.E.S.P.E.C.T. da Aretha






quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Comedores de Painço Verde - O Canário da Terra


O canário da terra (Sicalis flaveola brasiliense), diferentemente do canário, é originário da América do Sul. É encontrado na Colômbia, Equador, Venezuela, Peru, Brasil e Argentina. No Brasil, podemos o encontrar no Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

Os filhotes são da cor esverdeada, independente do sexo. Quando adultos, os machos têm cor predominante amarela, principalmente na cabeça, e as fêmeas tomam um tom pardo ou amarelo misto com estrias escuras. Os machos podem brigar entre si por fêmeas – que normalmente atiçam as brigas – até à fuga de um dos canários. Tanto os machos quanto as fêmeas cantam, sendo que as últimas alcançam menor diapasão. A alimentação é tipicamente constituída de sementes: alpiste, painço amarelo, níger, painço verde, painço vermelho e painço preto, aveia, arroz integral quebrado, trigo integral quebrado, sêmola de milho , fubá grosso; e vegetais folhosos. Alcançam um tamanho de 13,5cm

Um canário da terra, desde que bem tratado, pode viver em cativeiro por cerca de 12 anos ou um pouco mais. Na natureza eles têm vida mais curta, em torno de 5 a 6 anos, em função de maior desgaste de energia na procura, obtenção e disputa por alimento, ataque de predadores, competição para acasalamento, brigas entre indivíduos da mesma espécie e/ou com aves de outros gêneros, doenças sem tratamento, inclemência das condições atmosféricas, caça, intoxicações por agrotóxicos, alimentação deficiente e outros.

O canário-da-terra faz ninho, na natureza, em cavidades, chegando a utilizar frequentemente, ninhos abandonados de joão-de-barro, assim como crânios de gado dispostos para tal em estacas. São muito agressivos na defesa do ninho, chegando a atacar aves maiores que dele aproximem-se. Em cativeiro, muitas vezes reproduzem-se em gaiolas de 70x40x30 cm, com uma caixa para ninho com 15 cm de lado e que tenha um furo para entrada. Normalmente, podem ser utilizados sacos de estopa cortados e desfiados para que a fêmea confeccione o ninho.

Por ser um pássaro nativo do Brasil, é necessária uma licença do IBAMA para a criação em cativeiro.


Quer ouvir um pouquinho do canto dele ?

A Voz do Brasil

domingo, 4 de novembro de 2007

Quadrinhos


O Luciano Pires outro dia comentou sobre isso: artigos dele que eram repassados com o nome do Arnaldo Jabor. Já viu como se passa texto com assinatura do Jabor? O cara deve trabalhar muito.



Ê Jesualdo, que merda, hein?

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Arte

Olhem só o que o sujeito faz com os vidros sujos dos carros





E eu que escrevia....me lave, plis.


Tendinite no bíceps direito

Terça feira começou a doer e incomodar um pouco... foi depois que eu fui guardar umas sacarias que chegaram no final da tarde. Ah..depois passa.

Quarta feira a coisa piorou... pra dirigir foi difícil, fazer alguns movimentos também.... a noite foi pior ainda, o tricolor sendo bicampeão brasileiro, cinco vezes campeão nacional e eu com o braço ferrado de dor, pelo menos o curintia perdeu, meno male.

Quinta de manhã nem sei como consegui colocar a camiseta sozinho, dirigir foi uma tragédia, forcei muito o braço pra engatar as marchas. Cheguei na loja, tomei café e fui direto pro hospital. Fui a pé demorei meia hora, mas foi uma caminhada boa. O atendimento foi rápido e a médica foi prestativa e legal. Ela receitou tandrilax e uns remédios com soro na veia. Se você, leitor, soubesse a aversão que tenho por agulhas.... fiquei lá hora e meia com o braço esticado e aquele pinga pinga que não acabava... Depois voltei pra loja a pé, mas as 9h30 o calor já tava ficando bravo. Fiquei o dia inteiro sem usar o braço, horrível. A noite melhorou um pouquinho.

Hoje pela manhã, pela graça da medicina moderna e da ciência farmacêutica, meu adorável bracinho ficou muito bom... ainda dói um pouco mas está bem melhor que ontem.

Por que ao invés de receitar injeções nenhum médico chega e diz pra mim:

- Ei cara, eu gosto de você, tó esse mousse de chocolate, você é um cara legal.