quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

O Jardim Amuralhado da Verdade

"...
Como poderia eu ser amigo de outrem senão de ti?
Eles estão mortos; tu meu amigo suficiente.
Mas qual o sentido desta dualidade
- acreditando que eu sou eu e tu és tu?
Que é toda essa fumaça perto de teu fogo?
Posto que tu és, deixa tudo mais deixar de ser.
Toda a existência é simplesmente o vento de teu fervor,
tu de quem a dor é melhor que toda a riqueza do mundo.

..."


O Jardim Amuralhado da Verdade, Hakim Sanai, Ed Dervish

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