sábado, 31 de dezembro de 2011

A cura da imaginação.

Se você não pensa que é aquilo que te foi ensinado a pensar como sendo “você”, quem é você? Este segredo está aberto e o primeiro passo para alcançá-lo é perceber que tudo o que você pensa e imagina como sendo você, não é você. Pare de imaginar e veja o que é que fica.

Aquilo que você é não pode ser pensado e não pode ser imaginado, portanto, não adianta de nada falarmos a respeito. A única forma de acessar é através de uma investigação direta.

A mente, consistentemente, projeta no futuro o seu encontro consigo mesmo. Porém, o passado e o futuro não existem. Como você poderia estar “lá”? Isso me lembra algo que li outro dia. Um dos discípulos de Gurdjieff, quando perguntado a respeito do que havia sido a maior lição absorvida de seu mestre, ele respondeu: “Ele me curou da minha imaginação. Eu parei de imaginar”.

Imaginar significa conter uma imagem. Uma imagem é um objeto dentro da sua mente. Você o acessa e a partir daí passa a moldá-lo, remodelá-lo, melhorá-lo ou piorá-lo – dependendo das circunstâncias. No entanto, este objeto, a imagem-em-ação, só existe dentro da mente.

A mente é mais um objeto observável, assim como todos os outros objetos observáveis. Ela tenta observar e você acredita que ela observa – a confusão, nesse sentido, é imensa, porque observar não é um fazer e a mente jamais poderá compreender isso.

Pare de imaginar tudo o que você imagina e veja aquilo que você é, em toda sua pureza, livre de toda e qualquer nódoa causada pela imaginação. E, dentro dessa proposta, esteja muito atento, encontre um ponto onde a imaginação simplesmente não existe ou, ainda, onde ela não tem o menor valor. Não tente parar de imaginar com a mente, ela também não pode fazer isso. Deixe-a imaginar e permaneça atento a quem você é. Você é observação.

texto copiado do blog: http://satyaprem.blogspot.com/
tem outros textos bem interessantes postados por lá... vale a visita.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sorria.



essa imagem veio daqui.

domingo, 13 de novembro de 2011

Oração Sarva Dharma - União de todas as religiões



OM TATSAT SRI NARAYAN TU,
PURUSHOTTAMA GURU TU..;
SIDDHA BUDDHA TU, SKANDA VINAYAKA,
SAVITHA PAVAKA TU..;
SAVITHA PAVAKA TU..;
BRAHMA MASZDA TU
YAHAAV SHAAKTHI TU
ISHU PITA PRABHU TU...;
RUDRA VUSHNU TU,
RAMA KRISHNA TU
RAHIM TAO TU;
RAHIM TAO TU;
VASUDEVA GO
VISHWAAROOPA TU
CHIDAANANDA HARI TU..;
ADVITITYA TU AKAALA NIRBHAYA
AATMA LINGHA SHIVA TU...;
AATMA LINGHA SHIVA TU...;
AATMA LINGHA SHIVA TU...

Om, Tu és Aquele, Tu és Narayana (Deus em forma humana)
Tu és a personificação da perfeição, és o Perfeito Mestre.
Tu és o iluminado Buda, Tu és Ganesha (o que elimina os obstáculos)
Tu és o fogo do sol. Tu és Brahma (o Creador) e Mazda (o Único)
Tu és Jeová e a Mãe Divina (a Energia Creadora). Ó senhor, Tu és o pai de Jesus.
Tu és Rudhra (o transformador) e Vishnu (o preservador)
Tu és Rama e Krishna, Tu és Rahim (todo bondade que dá e expande) e Tao.
Tu és Vasudeva (a substância do Todo), Omnipresente e Omnipotente.
Tu és Hari (o destruidor da ilusão), o Espirito Bem Aventurado.
Tu és Único, mais além do tempo e sem temor da adversidade.
Tu és Shiva, o Creador do Limgam (símbolo do absoluto sem forma)

domingo, 30 de outubro de 2011

...

Por que estou aqui?

domingo, 16 de outubro de 2011

Jalaluddin Rum

Desde que chegaste ao mundo do ser,
uma escada foi posta diante de ti, para que escapasses.
Primeiro, foste mineral;
depois, te tornaste planta,
e mais tarde, animal.
Como pode isto ser segredo para ti?

Finalmente, foste feito homem,
com conhecimento, razão e fé.
Contempla teu corpo - um punhado de pó -
vê quão perfeito se tornou!

Quando tiveres cumprido tua jornada,
decerto hás de regressar como anjo;
depois disso, terás terminado de vez com a terra,
e tua estação há de ser o céu.

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Faltam-te pés para viajar?
Viaja dentro de ti mesmo,
e reflete, como a mina de rubis,
os raios de sol para fora de ti.

A viagem conduzirá a teu ser,
transmutará teu pó em ouro puro.



quarta-feira, 18 de maio de 2011

Gálatas 5; 17

Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Auto conhecimento.

"... se um homem sabe como ser sincero em relação a si mesmo - não sincero como a palavra é compreendida habitualmente, mas impiedosamente sincero -, então não contará com uma resposta tranquilizadora à pergunta "Quem é você?". Em consequência, sem esperar que tenham se aproximado por si mesmos da experiência de que falo, e para que compreendam melhor o que quero dizer, sugiro que cada um faça a si mesmo a pergunta: "Quem sou eu?". Estou certo de que noventa e cinco por cento de vocês ficarão perturbados e responderão com outra pergunta: "O que é que o Sr quer dizer?".
Isso prova que um homem viveu toda sua vida sem se fazer essa pergunta e considera perfeitamente normal que ele seja "algo", e até mesmo algo muito precioso, algo que jamais pôs em dúvida. Ao mesmo tempo, é incapaz de explicar a outra pessoa o que esse algo é, incapaz até de dar a menor idéia desse algo, porque ele próprio não o sabe. E se não o sabe, não será simplesmente porque esse "Algo" não existe, mas apenas se supõe existir? Não é estranho que as pessoas dêem tão pouca atenção a si mesmas, ao conhecimento de si mesmas? Não é estranho que fechem os olhos, com tão tola complacência, ao que realmente são, e passem a vida na agradável convicção de que representam algo de precioso? Esquecem de ver o vazio insuportável por trás da soberba fachada criada por seu auto-engano e não se dão conta de que essa fachada só tem um valor puramente convencional."

Gurdjieff fala a seus alunos, GI Gurdjieff pag 48 Ed Pensamento.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Lao Tsé

Lao Tsé exprime o caráter essencial do VAZIO::

Trinta raios convergem para o centro da roda
Mas é o vazio do meio
Que faz andar a carroça.

Dá-se forma à argila para fazer vasos,
Mas é do vazio interior
Que depende seu uso.

Uma casa é furada com portas e janelas,
É ainda o vazio
Que permite a habitação.
O Ser dá possibilidades
É através do não-ser que nós as utilizamos.