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Mme De Salzmann

Podemos decir que hay algo real en nosotros que no hemos experimentado lo suficiente, algo que no es para ser explicado porque se trata de un acontecimiento interior, si se quiere, algo que no podemos poner en duda y al que podríamos llamar realmente un aumento en el cual puede decir que yo aparezco aquí, en la medida en que soy consciente, sin duda alguna.Para realizar esto tengo que separarme de todo lo que es mi ser ordinario: mi modo ordinario de pensar, de sentir, de tener sensaciones. Tengo que encontrar una percepción de mí mismo completamente nueva. Si no puedo hacer eso, sé que nunca llegaré a la convicción de que existe y algo en mí, alguien que es diferente del que conozco en general en la vida. Tengo que conocerlo como algo que existe, pero realmente existe, no como una posibilidad que a veces toco, sino como algo que podría tener una vida independiente. Yo puedo llegar a eso. Puedo llegar si llevo mi atención hacia esta sen...

Ausência

- Mestre, onde está Deus? - Aqui mesmo. - Onde está o paraíso ? - Aqui mesmo. - E o inferno, onde está? - Aqui mesmo, tudo está aqui mesmo. - E eu, onde estou? - Você é o único que não está aqui! 

Esforce-se

Dharma não é terapia. É um grande erro pressupor que praticar o dharma irá nos ajudar a acalmar e a levar uma vida sem problemas; nada poderia estar mais distante da verdade. Dharma não é uma terapia. É bem o oposto na verdade: o dharma é algo sob medida para virar sua vida de cabeça para baixo, é justamente isso que você encomendou. Então, quando sua vida sai completamente do planejado, por que você reclama? Se sua prática e sua vida não capotarem, esse é um sinal de que o que você está fazendo não está funcionando. É isso que distingue o dharma de métodos New Age envolvendo auras, relacionamentos, comunicação, bem-estar, a Criança Interior, ser um com o universo e abraçar árvores. Do ponto de vista do dharma, tais interesses são os brinquedos de seres samsáricos, brinquedos que rapidamente nos entediam até a letargia. Dzongsar Khyentse Rinpoche (Butão, 1961 ~)